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Atrações turísticas de Goiânia

#Índice:

 

Museus

Para quem gosta de museus, Goiânia possui diversos deles em várias áreas, sendo que alguns estão entre os mais importantes do país.

 

Centro Cultural Marieta Telles Machado

Centro Cultural Marieta Telles Machado

Centro Cultural Marieta Telles Machado

Construído em 1933, ano de fundação de Goiânia, o prédio, em estilo art déco, já foi palco de importantes acontecimentos da Capital, testemunhando fatos históricos. Primeiro, serviu à Secretaria Geral do Estado. Depois, abrigou o Fórum. Em seguida, foi sede da Secretaria da Fazenda. A partir de 1936, o local funcionou como escritório técnico das obras da construção de Goiânia.

Apesar de quase um século de vida, trata-se de uma das edificações antigas mais bem conservadas da Capital e de valor histórico inestimável. Os vidros das janelas da fachada, por exemplo, são originais.

Hoje, o Centro Cultural Marieta Telles Machado, é um complexo cultural integrado por:

Cine Cultura

Destinado ao público apreciador de filmes, cuja característica é a qualidade artística com preços mais acessíveis do que os cobrados no circuito comercial (R$ 6 inteira e R$ 3 meia-entrada).

Horário: De segunda a sexta-feira, sessões às 18h30 e 20h30; sábados e domingos, sessões às 17h e 19h.

Telefones: (62) 3201-4645 / 3201-4654

Escritório do FICA

Reúne os trabalhos com temática ambiental premiados no festival. Realiza, sob agendamento, mostras itinerantes de filmes a instituições culturais, ambientais e de ensino, tanto públicas quanto privadas.

Horário: De segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h.

Telefones: (62) 3201-4689 / 3223-1313

Museu da Imagem e Som (MIS)

Responsável pela guarda, documentação, produção e exposição/divulgação de registros audiovisuais da história e da cultura de Goiás. No espaço, são realizados atendimentos aos estudantes, professores, pesquisadores, instituições e ao público em geral, aos quais são disponibilizadas cópias de vídeos produzidos pelo museu, monitoramento em consulta ao banco de dados informatizados do acervo fotográfico, bem como a exibição de vídeos (históricos).

Horário: De segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e 14h às 17h30.

Telefone: (62) 3201-4673

Biblioteca Pio Vargas

O acervo inicial da Biblioteca Pio Vargas foi formado pelas 2,8 mil obras da extinta Biblioteca Pública. Atualmente, nas 82 estantes do salão, estão distribuídos cerca de 70 mil títulos, entre eles, 160 mapas, 28 atlas, revistas e jornais que compõem a seção especial. No acervo, podem ser encontrados revistas, jornais diversos, coleções especiais e dicionários, dentre outros.

Horário: De segunda a sexta-feira, das 8h às 17h45; sábado, das 8h às 16h45; domingo e feriado, das 8h às 12h.

Telefone: (62) 3201-4653

Biblioteca Braille

Destinada aos portadores de deficiência visual, com obras digitalizadas para serem consultadas por meio de softwares de voz, via computador. O acervo é de cerca de 1.500 obras em braille e de 500 em áudio.

Horário: De segunda a sexta-feira, das 8h às 19h.

Telefone: (62) 3201-4649

Gibiteca Jorge Braga

Maior unidade do gênero em Goiás, possui acervo de aproximadamente 6 mil exemplares, incluindo raridades.

Horário: De segunda a sexta-feira, das 8h às 17h45.

Telefone: (62) 3201-4618

Mapa Alternativo: wikimapia.org/1589399/pt/Centro-Cultural-Marieta-Telles-Machado

Fonte: Diário da Manhã

 

Centro Cultural Oscar Niemeyer

Centro Cultural Oscar Niemeyer

Centro Cultural Oscar Niemeyer

O Centro Cultural Oscar Niemeyer também conhecido como CCON e NIE é um complexo de espaços culturais situado na região sul da cidade de Goiânia, GO, Brasil. A inauguração aconteceu em 30 de março de 2006, é composto pela Esplanada da Cultura, praça de 26 mil metros quadrados, destinada a exposições, apresentações artísticas, eventos e shows. Enquanto os outros edifícios são volumes geométricos de concreto, o prédio da biblioteca é uma caixa de vidro com fachada fumê – intencionalmente escura para reforçar o contraste com o branco do MAC – Museu de Arte Contemporânea e do Palácio da Música e com o grande triângulo vermelho do Monumento aos Direitos Humanos. Neste espaço de 700 metros quadrados há um auditório para 170 lugares, jardim de inverno e salão de exposições. Conta com dois acessos pelas rodovias GO-020 e BR-153, linhas de transporte coletivo, heliponto e 470 vagas para estacionamento.

O Centro Cultural Oscar Niemeyer é um complexo cultural integrado por:

Biblioteca

O prédio é um grande retângulo, onde estão as bibliotecas cultural, infantil e virtual, além da administração, cinemas, praça de alimentação, bar, cafeteria e lojas. Os homenageados, que denominam os pavimentos, são os escritores Bernardo Élis e José J. Veiga; e o historiador Paulo Bertran. O auditório recebeu o nome do arquiteto Tadeu Baptista e as salas de cinema receberam os nomens dos cineastas Glauber Rocha e João Bênnio.

O prédio tem 6.373,00 m², com três pavimentos, subsolo e cobertura, todo climatizado, construído sobre pilotis, onde funciona a parte administrativa; auditório com 114 lugares; biblioteca eminentemente cultural, com 45 mil livros; biblioteca infantil, com 5 mil volumes e biblioteca virtual; um restaurante em dois ambientes com vista panorâmica e estacionamento com 473 vagas.

Palácio da Música

O Palácio da Música Belkiss Spenzièri é uma grande cúpula, que tem um teatro, com fosso para orquestra, tratamento acústico e espaço confortável para os artistas e para o público. A musicista Belkiss Spenzièri Carneiro de Mendonça, que dá nome ao Palácio da Música, foi a grande dama da música erudita em Goiás e brilhou também nos palcos do Brasil e de vários outros países.

Espaço de 6.403,14 m² em dois níveis:

Nível térreo: Plateia Superior com 222 fixas, dois bares, 06 banheiros.

Entrada pela esplanada independente da plateia inferior com acessibilidade para pessoas portadoras de deficiência.

Nível Subsolo:

Plateia Inferior: Com mobilidade para acomodação de 1.400 a 3.000 pessoas. Os formatos: 1.400 lugares, com mesas e cadeiras; 1.500 lugares no formato auditório e 3.000 lugares sem mesas e cadeiras. Com estrutura de dois bares, duas cozinhas de apoio, além de 4 banheiros.

Palco: Mede 17 metros de largura e 10 metros de profundidade; tem, ainda, fosso para orquestra; boca de cena com 6 metros de altura e camarins.

Camarins: Dois camarins individuais e três coletivos; dois vestiários coletivos; além de seis salas administrativas. O espaço é todo climatizado com entrada de carga e descarga com 530,50 m² e duas saídas de emergência.

Monumento aos Direitos Humanos

O Monumento aos Direitos Humanos é uma obra dedicada a todos aqueles que lutaram e lutam pelo bem-estar da humanidade e presta homenagem a pessoas importantes para cultura de Goiás. O auditório recebeu o nome da musicista e escritora Lygia Rassi e o espaço denominado Sala Célia Câmara, lembra uma das mais aguerridas produtoras culturais do estado de Goiás.

O Monumento aos Direitos Humanos tem 380,22 m² e abriga o auditório Lygia Rassi, medindo 198,60 m², com 166 lugares; palco com 18,72 m², sala de projeção, dois sanitários e ar condicionado central. Compondo ainda a parte interna, tem a Sala Célia Câmara, medindo 181,62 m², com jardim de inverno, copa para coquetéis, dois sanitários e salão de exposições. Nas palavras de Niemeyer: “um grande triângulo vermelho que confere ao projeto a importância desejada!”.

Museu de Arte Contemporânea

O Museu de Arte Contemporânea – MAC – é um espaço adequado para exposições e eventos sociais e presta homenagens a dois dos maiores ícones das artes visuais, que contribuíram para que Goiás conquistasse notoriedade nacional, são eles que emprestam seus nomes às galerias de arte: D. J. Oliveira e Cléber Gouvêa.

O Museu de Arte Contemporânea – MAC – mede 2.483,87 m² de área útil que abrigam três galerias de arte, salas administrativas, banheiros, copas e ar condicionado central.

De forma cilíndrica, com 34 metros de diâmetro, em dois níveis, compreende: mezanino para exposições temporárias, com 472,20 m²; piso, com 980 m², com pé direito, variando entre 3,30 metros a 7,70 metros, para exposições permanentes do acervo, podendo, esporadicamente, receber exposições temporárias; e as galerias de arte D. J. Oliveira (318,55 m²) e Cleber Gouvêa (290,84 m²), que situam-se no subsolo, abaixo da Esplanada.

Esplanada Juscelino Kubistchek

A Esplanada JK é uma grande área, por onde as pessoas transitam na visita ao CCON, mas, também serve para a promoção de eventos ao ar livre. O homenageado é o ex-presidente Juscelino Kubistchek, um homem à frente do seu tempo e que legou desenvolvimento para Goiás e para o Brasil e, merecidamente, recebeu o título de “Brasileiro do Século”.

A esplanada JK mede 19.645 m2, com versatilidade para usos diversos, tais como: exposições, apresentações artísticas, lazer e entretenimento. O espaço é servido por linhas de transporte coletivo, heliponto, dois acessos às rodovias GO-020 e BR-153, além de estacionamento, com capacidade para 473 veículos.

A esplanada recebe o nome do ex-presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek; médico militar e político, nascido na cidade de Diamantina, Minas Gerais. JK governou o país entre 1956 e 1961 e foi o responsável pela transferência da capital brasileira, Brasília, para o Centro-Oeste. No ano de 2001, foi escolhido o “Brasileiro do Século”.

Juscelino Kubitschek e Oscar Niemeyer são nomes que expressam uma época de criatividade e ousadia do Brasil nas décadas de 1950 e 1960.

Site: www.ccon.go.gov.br

Mapa Alternativo: wikimapia.org/276224/pt/Centro-Cultural-Oscar-Niemeyer

Fonte: Centro Cultural Oscar Niemeyer e Wikipédia

 

Fundação Museu de Ornitologia

Fundação Museu de Ornitologia

Fundação Museu de Ornitologia

O museu foi criado em 1956 pelo professor de zoobotânica José Hidasi, de nacionalidade húngara, que veio para o Brasil no pós-guerra com o propósito de conhecer a fauna e a flora brasileira sendo considerado uma referência mundial em taxidermia.

A taxidermia é usada para exposição ou estudo. Para a realização da técnica são retirados os órgãos internos e separado a pele do esqueleto sendo que na pele é feito um processo químico para conservação e após esse processo é realizado o preenchimento com algodão e o formato do animal é conseguido através da colocação de arames. Já no esqueleto, retira-se toda carne deixando apenas os ossos usados para estudos científicos das espécies.

Graça, cor e beleza dão o tom à coleção de mais de cento e vinte mil peças da Fundação Museu de Ornitologia, que possui acervo avaliado em quinze milhões de dólares. Considerado o maior do mundo, o Museu, fundado em 1968, é administrado por seu criador, o cientista José Hidasi, e tipificado como um bem cultural da cidade de Goiânia.

Quem visita o Museu de Ornitologia encontra uma biblioteca com livros e revistas científicas para consultas; um laboratório de Taxidermia, onde há cursos de curta duração sobre empanamento de animais e um auditório para palestras sobre educação ambiental.

A exposição que conta com peças pré-históricas e curiosidades do mundo animal, tem mamíferos dos mais primitivos(canguru, equídea, ornitorrinco, coala), passando aos mais evoluídos (boto, macacos), e os mais característicos (tamanduá, preguiça, tatu). Apresenta a coleção das mais belas e raras aves do mundo.

Répteis, peixes, moluscos e os campeões da diversidade animal – artrópodes, compõem a coleção, onde se destacam as multicoloridas borboletas de grupos ecológicos da Austrália, Estados Unidos, Canadá, Europa, Nova Guiné, Nova Zelândia, África, Cuba e espécimes animais brasileiros da Ilha do Bananal, Beira Mar, Pantanal e Cerrado.

Funcionamento: De terça-feira à domingo.

Hora: Das 8h às 17h00.

Endereço: Parque Zoológico de Goiânia, Av. Contorno – Setor Oeste, CEP: 74111-012.

Telefone: (62) 3524-2390

Mapa Alternativo: wikimapia.org/147442/pt/Parque-Lago-das-Rosas-e-Zool%C3%B3gico-de-Goi%C3%A2nia

 

Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia

Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia

Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia

Vinculado à Vice-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa da Universidade Católica de Goiás, o Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia é muitas vezes confundido como o Museu de Antropologia. O Instituto nasceu do desejo da UCG de difundir o conhecimento sobre o índio brasileiro. Como tal, coordena, desenvolve, orienta e executa estudos e pesquisas nas áreas de Antropologia, Arqueologia, Meio Ambiente e Educação.

O Instituto possui um fantástico acervo de fitas, fotos, vídeos, filmes, slides, livros, cartões postais e peças. O material compõe exposições da vida indígena, através de sua cultura material e procura educar os visitantes sobre a importância das tradições culturais para a sobrevivência dos índios.

Na Exposição Etnológica observa-se adornos e ornamentos de índios do Xingu e Brasil Central. São 87 peças entre colares, brincos, tembetá, pentes, pulseiras, batoques, máscaras, e ciciares, acrescidas de mais 43 de instrumentos e utensílios como esteiras, cestas, arcos, flechas e vasos de cerâmica.

Um destaque é a coleção de 52 peças de bonecas karajá, retratando cenas da vida cotidiana daquela tribo. Sua expressão de arte se manifesta nas bonecas feitas em cerâmica, denominadas ritxoò. A este acervo somam-se quinze outras coleções, também de bonecas, fabricadas por diferentes ceramistas, aquiridas pelo Instituto, perfazendo um total de 208 peças.

A Exposição Fotográfica dispõe de cem pôsteres coloridos sobre os índios da Amazônia e do Brasil Central. As Arqueológicas contém restos cerâmicos, de alimentos, pedaços de ossos de animais e humanos e peças fósseis. Eles contam a história dos caçadores, coletores e horticultores em nosso Estado. Há ainda painéis de pinturas rupestres e fósseis de mamíferos e malacológicos.

O acervo do Meio Ambiente contém exemplares vegetais, palinoteca com coleção de lâminas de polem, e carpoteca contendo frascos de frutas do cerrado. A Biblioteca, recentemente inaugurada, é fruto de doações e intercâmbios com outras universidades, museus, institutos e produções científicas das áreas de Etnologia, Arqueologia e ciências afins.

Endereço: Av. Universitária, 440, Universidade Católica de Goiás (Bloco G) – Setor Universitário

Telefone: (62) 3946-1654/3946-1655

Site: www.ucg.br/Institutos/igpa/

Mapa Alternativo: wikimapia.org/4210440/pt/Instituto-Goiano-de-Pr%C3%A9-Hist%C3%B3ria-e-Antropologia-IGPA-Bloco-G

Fonte: DeBoa Goiânia

 

Instituto Histórico e Geográfico de Goiás – IHGG

Instituto Histórico e Geográfico de Goiás - IHGG

Instituto Histórico e Geográfico de Goiás – IHGG

O acervo do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás é composto de fotografias, fitas de vídeo, obras de arte, CD-Rons, documentos históricos (dentre os documentos mais importantes estão a primeira Constituição do Estado de Goiás manuscrita e uma carta da Princesa Izabel a seu pai D. Pedro II), livros, revistas, folhetos, medalhas, etc.

Esse acervo vem crescendo consideravelmente através de doações de pioneiros ilustres de Goiás, pessoas que fizeram e ainda fazem a história cultural, social e política desse Estado e do Brasil. Até o momento o Instituto tem sob sua guarda, doações feitas por: José Mendonça Teles, Jorge Gabriel Moisés, Cid Albernaz (que pouco depois de sua doação veio a falecer), Professor Bretas e pelos familiares de Jarbas Jaime, Nely Alves de Almeida, Amália Hermano, Colemar Natal e Silva e Félix Renato Palmério.

Acervo Jarbas Jaime

Objetos pessoais, cartas, fotografias, correspondências, livros.

Acervo Nelly Alves de Almeida

Diversas enciclopédias, dicionários, literatura goiana, história de Goiás, antropologia, e diversas obras direcionadas à educação.

Acervo Amália Hermano

Periódicos goianos, recortes de jornais e revistas de personalidades goianas, nacionais e internacionais e de diversos assuntos e o acervo fotográfico pessoal que retrata os primeiros anos de vida da cidade de Goiânia. OBS.: O acervo fotográfico de Amália Hermano já se encontra digitalizado.

Acervo Colemar Natal e Silva

Objetos pessoais, medalhas, fotografias, lembranças de diversas homenagens recebidas e uma coleção de livros, principalmente na área de direito e história de Goiás.

Acervo Félix Renato Palmério

Recortes de jornais antigos, livros e folhetos.

Acervo Jorge Gabriel Moisés

Nesse acervo se encontra a coleção da Revista VEJA desde o número 01.

Acrevo Cid Albernaz

Acervo bibliográfico composto de livros e revistas, principalmente na área política e filosófica.

Acervo Professor Bretas

Livros e revistas, com uma grande variedade de assuntos.

Tipologia do Acervo:

Recortes de Jornais e Revistas – Recortes que compõem o Catálogo dos Municípios Goianos (incluindo municípios do atual estado do Tocantins) e de assuntos diversos, principalmente de personalidades goianas, e matérias divulgadas a respeito do Estado e do Centro-Oeste;

Boletins Informativos – De diversas instituições culturais; Institutos Históricos e Geográficos e instituições de ensino;

Acervo Bibliográfico – Composto pelo acervo do IHGG e doações, constituído de mais ou menos 25 mil livros e revistas, que estão em processo inicial de automação;

Acervo Fotográfico – Composto pelos acervos pessoais de: Amália Hermano (que já está digitalizado e disponível para pesquisa); do Genealogista Jarbas Jayme, Professor Colemar Natal e Silva (ainda não disponíveis para pesquisa); Acervo do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (em processo inicial de higienização, acondicionamento e digitalização);

Acervo museológico – Composto de algumas peças (quadros, medalhas, esculturas, objetos pessoais, etc.) que pertenceram a Colemar Natal Silva, Jarbas Jayme, Nelly Alves de Almeida e do próprio IHGG;

Acervo de Jornais – Diários e Correios oficiais (datas esparsas); O Popular – 1974 a 2006 (com falhas); Cinco de Março – 1974 a 1980 (com muitas datas faltosas); Diário da Manhã – 1980 a 1984 e 2001 a 2006 (com falhas); Jornal Opção – 1978 a 1983 e 1995 ou 2006 (com falhas); Folha de Goiás – 1975 a 1984 (com falhas); 4º Poder – 1963 (sete números); O Estado de Goyaz (Uberlândia) – 1945 (dois números); Diário do Congresso Nacional – 1902 (sete números); Goyaz – 1890 a 1920 (com falhas) e outros. O IHGG possui um outro catálogo de diários diversos, com poucos exemplares de vários outros jornais;

Revista Veja – Este acervo encontra-se encadernado de 1968 a 2000 (a revista de número 01 é datada de 11 de setembro de 1968).

Documentos manuscritos – Composto de documentos pessoais e manuscritos de Amália Hermano, Jarbas Jayme e Colemar Natal e Silva e documentos históricos pertencentes ao Acervo do IHGG;

Endereço: Rua 82, nº 455 – Setor Sul

Telefax (62) 3224-4622

Site: www.ihgg.org

Mapa Alternativo: wikimapia.org/5981740/pt/Instituto-Hist%C3%B3rico-e-Geogr%C3%A1fico-de-Goi%C3%A1s

 

Memorial do Cerrado

Memorial do Cerrado

Memorial do Cerrado

Eleito em 2008 como o local mais bonito de Goiânia, O Memorial do Cerrado, complexo científico que funciona no Campus II da PUC Goiás, é um dos projetos do Instituto do Trópico Subúmido que representa as diversas formas de ocupação do bioma e os modelos de relacionamento com a natureza e a sociedade. É um museu que retrata desde a origem do planeta Terra à chegada dos portugueses ao Brasil.

O Memorial reúne espaços que representam as diversas formas de ocupação do Cerrado e os modelos de relacionamento com a natureza e a sociedade. São eles:

Museu de História Natural

Espaço de exposições em que painéis e cenários narram a história evolutiva da Terra e do ambiente do cerrado. O visitante pode ver fósseis com datação de até 600 milhões de anos.

Vila Cenográfica de Santa Luzia

Reconstrução em tamanho original dos primeiros povoados de origem colonial portuguesa na região central do Brasil. A vila conta com espaço urbano e rural, com réplicas de fazendas e oficinas rurais, responsáveis pela geração de riqueza daquele tempo. Andar pelo local é uma forma de se inserir na história, já que o visitante fica em contato direto com as antigas moendas, alambiques de barro, oficina de rapadura e açúcar, oficina do ferreiro, seleiro, funilaria do carapina, serraria, além da venda – ponto de comércio da época – a igreja, a prefeitura, a cadeia, o bordel, dentre outras atrações interessantes.

Aldeia indígena

Réplica em tamanho original de uma aldeia indígena modelo Timbira, que tem o formato circular, na qual cada casa tem um caminho de acesso ao pátio – centro de atividades da tribo.

Quilombo

Sítio geográfico e local de resistência ocupado e organizado por populações africanas ou afro-brasileiras que fugiam da escravidão. No Memorial do Cerrado há uma réplica fidedigna dos modelos de quilombos existentes no cerrado.

Espaço de Educação Ambiental Dalila Coelho Barbosa

Auditório ao ar livre, com 150 lugares, e local destinado a oficinas educativas, piqueniques e recreação.

Trilhas Ecológicas

Com 2 km de extensão, ela foi aberta no interior da reserva intacta de floresta tropical e de cerrado que existe na Estação Ciência São José. Trata-se de um local ideal para o contato com a natureza e o desenvolvimento do espírito esportivo e de aventura. Como espaço protegido, a “Trilha da Semente Peregrina” propicia ao visitante a oportunidade de realizar a interação de conhecimentos relativos ao meio ambiente, notadamente o conhecimento científico do mundo vegetal e animal.

Laboratórios:

Arqueologia

Sob a coordenação do Prof. Dr. Altair Sales Barbosa, o laboratório de Arqueologia e Paleontologia se dedica ao estudo do povoamento indígena na área core original do cerrado que ocupava de forma contínua os Chapadões Centrais do Brasil. Esse estudo é feito, tanto na dimensão arqueológica propriamente dita, quanto na dimensão etnohistórica.

O estudo dos primórdios da ocupação humana está associado com a fauna pleistocênica que outrora ocupou o cerrado e atualmente está extinta, daí a razão de se buscar a associação dessa fauna com os primeiros habitantes dessa região. Esse estudo se enquadra nos domínios de ação da paleontologia. Dessa forma, o laboratório desenvolve um estudo bastante amplo, pois além de estudar as origens da ocupação humana desse bioma, estabelece as relações econômicas e sociais desse homem com os elementos do meio ambiente incluindo elementos hoje extintos, mas que chegara a conviver com o primeiro homem que aqui chegou.

Acervo:

  • Material lítico lascado, polido e material cerâmico proveniente de diversos sítios arqueológicos;
  • Acervo fotográfico de arte rupestre proveniente de diversos sítios arqueológicos;
  • Acervo fotográfico de paisagens do cerrado;
  • Material bibliográfico atualizado, incluindo a assinatura de três periódicos internacionais de arqueologia e antropologia;
  • Materiais fossilíferos, principalmente mamíferos, moluscos e também fósseis vegetais, de idade pleistocênica;
  • Grande quantidade de restos alimentares e outros materiais sedimentológicos coletados nas escavações arqueológicas.
Compostagem e anelídeos

Sob a coordenação do pesquisador e agrônomo Jorge Rosa Silva, o núcleo de compostagem e anelídeos desenvolve estudos, pesquisas e desenvolvimento de técnicas para produção de composto orgânico, húmus, criação e manejo de anelídeos (minhocas), destinados a pesquisa, preservação e recuperação de áreas degradadas.

Geociência

Sob a coordenação do Prof. Alan Kardec Oliveira, o laboratório de Geociência do ITS dedica-se especialmente a Planejamento Ambiental e Organização do Espaço, no âmbito do Bioma Cerrado com responsabilidades na execução de Programas:

  • Programa para Organização do Espaço, que tem por objetivo a reunião de projetos de natureza técnico-científica, que visem à delimitação sistemática de determinado espaço geográfico par elaboração de propostas que resultem em ações concretas de ocupação e manejo racional.
  • Programa para recuperação de Áreas e Obras Degradadas: que tem por objetivo a reunião de projetos de natureza técnico-científica, que visem à restauração de áreas, onde houver alteração do equilíbrio ecológico decorrente da ação antrópica e de monumentos e obras alterados por agentes naturais ou antrópicos.
  • Programa para Estudos de Impactos Ambiental: tem por objetivo a reunião de projetos de natureza técnico-científica, que visem à prevenção e controle de obras e processos impactantes de natureza antrópica, em áreas naturais e monumentos patrimoniais.
Meliponário

Sob a coordenação do pesquisador Ruy Chaves Bozza Júnior, o Meliponário Laura Chaer tem como principal objetivo a preservação das abelhas nativas sem ferrão (Meliponinae) existentes no Cerrado e, para tanto, desenvolve pesquisas visando o aperfeiçoamento e desenvolvimento de técnicas de manejo, reprodução e captura dessas abelhas, bem como a criação de um banco de matrizes para, através de convênios, fornecer matrizes para as comunidades interessadas na sua criação racional.

O Meliponário realiza o levantamento e a identificação das Abelhas Nativas existentes atualmente no Cerrado e pesquisa as plantas melíferas nativas e tóxicas para as abelhas.

Núcleo de jardins recriados

O Instituto do Trópico Subúmido, através do Núcleo de Jardins Recriados implantou, sob a coordenação do Prof. Ruy Bozza, em 2007, viveiros específicos para o desenvolvimento de pesquisas com Bromélias, Cactos e Orquídeas nativas do Cerrado. São realizadas pesquisas sobre o manejo, tipos de substratos, adubação, estufas e reprodução vegetativa e “in vitro”. Realiza-se, também, o levantamento e a identificação dessas plantas. Objetiva-se, através da reprodução sexuada, a formação de estoque de plantas para viabilizar projetos de reintrodução, em áreas legalmente protegidas, dessas plantas.

Sementes

O Laboratório de Sementes é um espaço laboratorial destinado ao estudo e preservação de sementes de espécies vegetais nativas do cerrado. Visa conhecer o processo germinativo e a durabilidade de sementes armazenadas para um melhor planejamento da produção de mudas de espécies nativas. Possui um banco cujas sementes armazenadas são distribuidas em campanhas educativas.

Atualmente está sob a coordenação da pesquisadora agrônoma Ms. Marilda da Conceição Ribeiro vem desenvolvendo várias pesquisas com alunos da PUC Goiás e outras instituições.

Taxidermia

O laboratório de taxidermia do ITS tem como coordenador um dos maiores ornitólogos e taxidermistas do mundo: Prof. Dr. José Hidasi. Neste laboratório são desenvolvidos estudos e pesquisas sobre a fauna silvestre que habita o Bioma Cerrado.

Através da técnica de taxidermia, são organizadas coleções científicas de referência, com animais seriados para comparação científica e montados para exposição. Os trabalhos desenvolvidos neste laboratório resultou em uma das maiores coleções científicas de animais taxidermizados do Brasil. Atualmente o ITS é o responsável pela guarda e manutenção deste acervo que pertence à PUC Goiás, onde podem ser encontrados animais raros pertencentes aos diversos biomas mundiais.

Tecnologia de alimentos

O laboratório de Tecnologia de Alimentos, desenvolve diversos projetos de pesquisa, visando o aproveitamento dos recursos naturais do cerrado, principalmente os frutos nativos.

Os projetos de pesquisa estão sob a responsabilidade da bióloga e pesquisadora Profª Aparecida de Fátima Oliveira Bozza e visa valorizar e apresentar alternativas de utilização dos frutos nativos do Cerrado, objetivando demonstrar o seu potencial alimentar, seus valores nutricionais, sua importância na manutenção da vida e seu potencial na segurança alimentar dos povos nativos e migratórios.

Apresenta pesquisas de aproveitamento dos frutos nativos com sabor característico, tais como processamento de farinhas, polpas, patês, doces, bolachas, bolos, pães doces e salgados, geléias e outros, para que possam ser introduzidos enriquecendo a culinária tradicional e introduzida, nativa, rural e urbana.

Ressalta a biologia da planta num todo, sua biologia, principais características, seu habitat, safras, utilização na alimentação, medicinal, ornamental, reflorestamento de áreas degradadas e fitoterápica. O uso das espécies nativas pode ser uma alternativa econômica para o aproveitamento sustentado da região. Várias são as espécies que possuem utilização regional, porém são sazonais e tanto a conservação, como o manejo não permitem que se utilize o fruto por muito tempo, dando assim a impressão que o ambiente não favorece a sua subsistência.

Desta forma este projeto de trabalho visa priorizar a pesquisa, quanto ao manejo, conservação e alternativas de aproveitamento dos frutos nativos do Cerrado, para que a comunidade, tanto a urbana como rural, consigam agregar valores aos frutos nativos e seu ambiente como auto-sustentável, saboreando produtos com estes vegetais, mantendo seu sabor característico, seus costumes, permitindo assim a manutenção do homem nativo na sua pequena propriedade, gerando renda, evitando o êxodo rural, o inchamento das metrópoles, o desemprego, a miséria e os problemas sociais para ele e a sociedade, preservando o bioma Cerrado como um todo com a sua fauna, sua flora, seus rios, córregos, suas nascentes e mantendo a água que é nosso bem maior.

Oferece estágios para cursos afins, tais como:

  • Gastronomia
  • Biologia
  • Engenharia de Alimentos
  • Nutrição
  • Enfermagem
  • Gestão Ambiental
  • Zootecnia
  • Agronegócios
Viveiro nativo

Além de realizar estudos sobre a flora do cerrado, os viveiros se constituem também em arquivos de sementes e em locais de formação de mudas para utilização em projetos específicos de arborização, recuperação de áreas degradadas, aproveitamento econômico, agrosilvicultura e paisagismo. A área disponível do viveiro tem a capacidade para produção de 500 mil mudas.

O viveiro nativo do ITS é um laboratório a céu aberto, utilizado por diversos professores de áreas afins para realização de aulas práticas, pesquisas e o conhecimento sobre a flora do cerrado. O viveiro nativo do ITS está sob a coordenação do pesquisador e agrônomo Jorge Rosa Silva.

Estudos da Biodiversidade de plantas nativas do cerrado

A cultura de tecidos vegetais tem várias aplicações práticas utilizadas amplamente na agricultura. Dentre elas podemos destacar a clonagem de vegetais, o melhoramento genético e a produção de mudas sadias. Esta técnica consiste, basicamente, em cultivar segmentos de plantas, em tubos de ensaio contendo meio de cultura adequado. E a partir desses segmentos que podem ser gemas, fragmentos de folhas ou raízes, ápices caulinares entre outros, que podem gerar plantas, estas plantas são retiradas dos tubos de ensaio, aclimatadas e levadas a campo, onde se desenvolvem normalmente.

Esta técnica de cultura in vitro, é conhecida também como micropropagação, ou seja, é uma forma rápida de multiplicar plantas que apresentem características desejáveis como elevada qualidade de frutos, elevado teor de princípio ativo em plantas medicinais e outras.

A cultura de tecidos tem demonstrado grande importância prática e potencial nas áreas agrícolas, florestal, na horticultura, floricultura e fruticultura bem como na pesquisa básica. Nesse sentido o Laboratório de Cultura de Tecidos do ITS, tem como objetivo a execução de trabalhos de pesquisa através da coleta e multiplicação de plantas nativas do Cerrado que apresentam características interessantes dentre elas as plantas medicinais, através do cultivo in vitro; e instalar um banco de germoplasma ex situ, no Campo Experimental do ITS das espécies nativas do Cerrado coletadas e multiplicadas.

Centro Editorial

Nascido junto com o ITS – Instituto do Trópico Subúmido, em 1992, o Centro Editorial pode ser explicado pelas suas publicações em série e avulsas. Vejamos:

Contribuições – Trata-se de uma série editorial que tem por objetivo a publicação de ensaios científicos curtos, notas prévias, resultado de discussões acerca do Sistema Biogeográfico dos Cerrados dos Chapadões Centrais e temas afins. A natureza dos trabalhos pode englobar tanto aspectos físicos e culturais, como também sociais. Até o momento foram publicados 23 exemplares.

Folclore do Cerrado – São publicações cuja finalidade está na preservação e divulgação da memória histórica da arte musical, lendas, causos e outros elementos culturais que compõe o rico universo do folclore elaborado na região do Planalto Central Brasileiro. Já foram editados 15 exemplares.

Comunicações – São publicações de caráter científico que tem por objetivo divulgar notícas sobre pesquisas em andamento. Integra o subprograma dos Papéis Avulsos do Programa Editorial.

Publicações Avulsas – Sobre os mais diversos temas:

  • Vila Cenográfica de Santa Luzia
  • Os Segredos do Baú do Sr. Zuza do Tatu de Cima
  • Baú – Fazenda Baraúnas
  • Revisitando um Quilombo Brasileiro
  • Em Busca da Semente Peregrina
  • Museu D. Prado Carrera

Anuário – É um veículo de comunicação e divulgação do Museu de História Natural “Raimundo Sales”, com sede em Correntina – BA.

O Centro Editorial do ITS desde sua criação até o ano de 2008, era coordnada pelo Prof. Dr. Horieste Gomes. Desde os meados de 2008, sob a coordenação do pesquisador Ms. Vagner Rosafa, esse centro passou por uma reestruturação e foi criada a Revista Eletrônica para ter acesso pela rede da internet.

Este Centro tem o apoio do funcionário Francisco Pinto Montenegro desde sua criação, onde o mesmo tem uma relevante participação referente a distribuição, revisão de textos e motivação junto aos professores, pesquisadores e colaboradores que produzem os seus artigos para as revistas e documentos avulsos acima citados.

 

Localização e contato

Endereço: PUC Goiás, Campus II – Avenida Bela Vista, Km 02 – Jardim Olímpico

Telefone: 62 3946 1711

E-mail:

Agendamento para visitação: 62 3946 1723

Site: www.ucg.br/ucg/institutos/its/site/home/

Mapa Alternativo: wikimapia.org/5837604/pt/Memorial-do-Cerrado-UCG

Fonte: Instituto do Trópico subúmido

 

Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás

Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás

Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás

O Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás (UFG) é uma instituição sem fins lucrativos, aberta ao público, e que se destina à coleta, inventário, documentação, preservação, segurança, exposição e comunicação de seu acervo.

Vinculado à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG), o MA é um órgão suplementar da UFG, e tem em seu caráter dinâmico e pedagógico, suas principais características.

Foi criado por iniciativa de professores do então Departamento de Antropologia e Sociologia (DAS) da UFG, vinculado ao antigo Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL), atual FCHF, a partir da realização de uma pesquisa no Parque Indígena do Xingu. Participaram dessa viagem de estudos os professores Acary de Passos Oliveira, Vivaldo Vieira da Silva, Antônio Theodoro da Silva Neiva, já falecidos, e o Pe. José Pereira de Maria, atualmente professor aposentado pela UFG.

O acervo da primeira coleção etnográfica do Museu decorre dessa viagem. Em relatório de estudos remetido à Profa. Lena Castelo Branco, na ocasião diretora do ICHL, o grupo de professores sugere um plano de pesquisa com o objetivo de estudar as populações do Xingu e criar um museu antropológico na UFG. Esse espaço cultural foi proposto para salvaguardar a cultura material indígena da Região Centro-Oeste do Brasil. Com essa perspectiva, o Museu Antropológico da UFG foi criado em junho de 1969, sendo inaugurado em 5 de setembro de 1970.

 

Acervo

A existência de um museu implica na existência de um acervo, em torno do qual se estruturam grupos de trabalho, pesquisas, ensino, extensão e muitas outras atividades que o dinamizam. O acervo em si mesmo nada representaria se não pudesse transmitir a idéia de vida que envolve cada peça recolhida, tratada, documentada e pesquisada. A peça museográfica é produto da elaboração humana e, na busca de sua compreensão, resgatam-se traços da nossa história.

Estão sob a guarda do Museu Antropológico da UFG as coleções provenientes de coletas assistemáticas e de pesquisas científicas, realizadas ao longo de mais de 30 anos em áreas de atuação diversas, como Antropologia Social e Cultural, Arqueologia, Etnolingüística, Educação Indígena, Ação Educativa, Museologia, Conservação e outras áreas que surgem com a própria dinâmica das atividades do Museu e do envolvimento com as Unidades Acadêmicas da UFG. O acervo material é composto por objetos etnográficos indígenas e de cultura popular e por objetos arqueológicos.

O Museu Antropológico possui ainda um considerável acervo documental, apresentado em suportes diversos como fotos, vídeos, áudios, imagens digitais, desenhos técnicos, produção cartográfica, livros e outros documentos, que registram as pesquisas e atividades desenvolvidas e/ou subsidiam as ações educativo-culturais e de extensão realizadas pelo Museu. Determinados itens desses acervos são disponibilizados ao público para consulta, como o material bibliográfico e audiovisual, por exemplo.

 

Etnográfico e Arqueológico

O acervo etnográfico do Museu Antropológico é composto por objetos indígenas e de cultura popular. Representa aspectos da cultura material das diversas populações da Região Central do Brasil. É constituído por matérias-primas orgânicas diversas, como plumárias, cerâmicas, madeiras, fibras, entre outras. Esse acervo reúne mais de quatro mil peças e está acondicionado em reserva técnica destinada à guarda e conservação dos objetos etnográficos.

O acervo arqueológico contém testemunhos provenientes de diversas pesquisas, alcançando mais de cento e quarenta mil peças, as quais ilustram a cultura material das populações – pré-colonial e colonial -, que habitaram ou transitaram pela Região Centro-Oeste, em espaços diferenciados e em momentos distintos. É constituído, principalmente, por objetos líticos e cerâmicos. Esse acervo encontra-se armazenado na Reserva Técnica de Arqueologia “Salas Judite Ivanir Breda”.

 

Biblioteca Especializada

A Biblioteca do Museu Antropológico conta com um significativo acervo nas áreas de Antropologia, Arqueologia, Etnologia Indígena, Lingüística, Museologia e disciplinas afins, além do acervo do Grupo Transas do Corpo disponibilizado com bibliografia sobre sexualidade e gênero. Os livros, revistas, periódicos, teses e dissertações estão à disposição da comunidade para consulta na sala de leitura da Biblioteca.

Apresentação

As exposições são os principais veículos de comunicação de um Museu com o público. Para esse fim, o Museu Antropológico possui dois salões, um deles destinado à exposição de longa duração Lavras e Louvores e o outro para mostras de curta duração ou temporárias. As exposições do Museu Antropológico são abertas ao público de terça a sexta-feira das 9 às 17 horas, com entrada gratuita.

Objetivos

O Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás (UFG) tem por objetivo fundamental apoiar e desenvolver a pesquisa antropológica interdisciplinar, da qual se origina o acervo nele existente e a sua organização, focalizando o estudo do modo de vida do homem na Região Centro-Oeste. Desse objetivo decorrem ações de inventário, documentação, conservação, segurança, preservação, divulgação do conhecimento científico e comunicação de seu acervo a partir de recursos expográficos e de ações educativo-culturais.

Horário de funcionamento: de 2ª a 6ª feira, das 7 às 17 horas.

Telefone: (62) 3209 6010

Site: www.museu.ufg.br

Endereço: Av. Universitária nº 1166 – Setor Universitário

Fonte: www.museu.ufg.br e www.goiania.ws

 

Museu Estadual Professor Zoroastro Artiaga

Museu Estadual Professor Zoroastro Artiaga

Museu Estadual Professor Zoroastro Artiaga

Com arquitetura em art déco, estilo que marcou as construções de sua época, o Museu Estadual Professor Zoroastro Artiaga foi fundado em 1946 com acervo formado por documentos históricos, utensílios antigos, objetos relacionados aos índios do Brasil Central e peças artísticas.

Seu nome presta justa homenagem ao primeiro diretor, professor Zoroastro Artiaga, que permaneceu no cargo até 1957 e, posteriormente, de 1964 a 1971, sendo o responsável pela caracterização da instituição enquanto museu eclético.

Funcionando em prédio próprio, o museu é freqüentado por um público bastante diferenciado que abrange estudantes, turistas, pesquisadores e a comunidade de um modo geral, todos nas busca de informações específicas sobre aspectos históricos e culturais do Estado. Na parte térrea do prédio ficam as exposições; administração, reserva técnica, biblioteca e folclore se localizam na parte superior.

Em uma das alas encontram-se expostas coleção de arte sacra, arte popular e objetos relacionados a história da Revolução Industrial, intitulada “Industrializados”. Na outra ala fica a mostra uma exposição de minerais e rochas característicos de regiões do Estado, uma de artefatos indígenas, além de dioramas, um com aves nativas do cerrado, outro sobre mineração e um terceiro referente à etnologia.

A seção de folclore estampa a riqueza da cultura do povo goiano. Registra-se a presença de material representativo das várias regiões do estado. O descaroçador de algodão, a roda, o tear remontam o visitante aos antigos mutirões de fiandeiras. Roupas e máscaras lembram as tradicionais cavalhadas de Pirenópolis e Santa Cruz de Goiás. O departamento de imagem e som, com mais de mil discos em 78 rpm completam o acervo do museu num importante resgate da história dos goianos.

Endereço: Praça Cívica, 13, Centro

Telefone: (62) 223-1763

Visita: De terça à sexta-feira, das 9 às 17 horas. Sábados, domingos e feriados, das 9 às 16 horas.

Mapa Alternativo: wikimapia.org/4164940/pt/Museu-Zoroastro-Artiaga

Fonte: Wikipédia

 

Museu Pedro Ludovico Teixeira

Museu Pedro Ludovico Teixeira

Museu Pedro Ludovico Teixeira

A antiga rua 26, atualmente Dona Gersina Borges, abriga uma casa que faz parte da história do povo goiano. Lá morou o fundador da capital, Pedro Ludovico Teixeira que iniciou sua construçăo em 1934, tendo concluído a obra em 1937. A arquitetura em Art-Déco, em voga n a época, marca o prédio até hoje conservado assim como o deixou seu proprietário.

Tombado pelo Patrimônio Histórico Estadual foi transformada em museu em 1987. Distribuído por toda residęncia está o acervo, constituído de 1836 peças. Săo porcelanas, mobiliário, vestuário, cristais e objetos de uso pessoal. Dois mil livros e oitocentos documentos originais datados dos anos vinte até a década de setenta, compõem a biblioteca particular de Pedro Ludovico. O acervo iconográfico contém um mil, cento e quarenta e duas fotos, formando importante registro histórico.

Há ainda outra biblioteca, Antônio Borges Teixeira que com seus duzentos e setenta e oito livros contam a história de Goiânia e do estado. O Museu passou recentemente por ampla reforma conservando-se no entanto todo o seu acervo. O espaço permite a historiadores, estudantes, intelectuais, pesquisadores, jornalistas e curiosos fazer uma incursăo nas décadas de 30, 40, 50 e 60.

Endereço: Rua 25, esq. com Av. Dona Gercina Borges Teixeira, Centro

Telefone: (62) 224-3059

Visitas: De terça à sexta-feira, das 9 às 17 horas. Sábados, domingos e feriados, das 9 às 16 horas.

Mapa Alternativo: wikimapia.org/3880834/pt/Museu-Pedro-Ludovico-Teixeira

Fonte: Prefeitura de Goiânia

 

Museu de Arte Contemporânea

Museu de Arte Contemporânea

Museu de Arte Contemporânea

Com base na premissa de que um museu é uma instituiçăo viva e dinâmica, o Museu de Arte Contemporânea desenvolve seu papel, no campo das artes plásticas, de divulgar, estimular e exibir a produçăo cultural dos artistas contemporâneos. Instalado no mezanino do edifício Parthenon Center compõe juntamente com a Escola de Artes Visuais e o Balé do Estado, um espaço denominado Octo Marques, em homenagem a este artista plástico da cidade de Goiás.

O MAC foi inaugurado em 8 dezembro de 1988 com a realizaçăo da 1ª Bienal de Artes de Goiás. Seu acervo é composto de obras pertencentes à extinta Caixego, doadas a título de comodato; adquiridas através de salões (prêmios aquisição), por doações dos artistas que fazem exposições no local e aquisições de instituições e de particulares.

São quinhentas obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, desenhos, objetos e reproduções. Além da exposiçăo de suas obras, o MAC promove mostras de artistas locais e de outros estados e países, dinamizando o processo de intercâmbio cultural. Freqüentemente abre espaço para exposições promovidas por embaixadas com o intuito de divulgar a cultura de outros países junto à comunidade goianiense.

O Museu tem biblioteca, aberta ao público, com cerca de setecentos volumes, entre livros, periódicos e catálogos. Na Escola de Artes Visuais há cursos de desenho, pintura, gravura e modelagem para todas as idades. O MAC promove palestras com artistas plásticos, bem como mostra de vídeos e filmes de caráter cultural.

Estrutura:

  • Biblioteca.
  • Escola de Artes Visuais.
  • Mostras com artistas.
  • Mostras de vídeos e filmes de culturais.

Endereço: Rua 4, nº 515, Edifício Parthenon Center, Centro.

Funcionamento: Aberto das 9h às 17h, de terça à domingo.

Valor: Entrada franca.

Telefone: (62) 3201-4686

Mapa Alternativo: wikimapia.org/4934547/pt/Museu-de-Arte-Contempor%C3%A2nea-Edif%C3%ADcio-Garagem-Parthenon-Center

Fonte: Prefeitura de Goiânia

 

Museu de Arte de Goiânia

Museu de Arte de Goiânia

Museu de Arte de Goiânia

Sediado em local privilegiado, dentro do Bosque dos Buritis – marco turístico da cidade – o Museu de Arte de Goiânia (MAG) foi inaugurado à 20 de outubro de 1970. Criado pela lei n º 4188, de 28 de agosto de 1969 é o primeiro museu público municipal de artes plásticas da região Centro-Oeste.

O MAG constitui-se uma instituição pública de caráter permanente, sem fins lucrativos e a serviço da sociedade. Têm como objetivos reunir e abrigar adequadamente as obras de seu acervo, além de estimular e divulgar a produção artística visando promover o intercâmbio cultural.

O museu conta com 03 Salas de Exposição, sendo uma delas localizada em outra sede, no SEPAC – Sala de Exposição do Palácio da Cultura – na praça Universitária que também abriga o Museu de Escultura ao Ar Livre. Contamos ainda, com a Sala Amaury Menezes reservada para as exposição do acervo e a Sala Reinaldo Barbalho para eventos e exposições. Além disso o MAG possui setores de Intercâmbio e Exposições, Conservação e Restauração, Reserva Técnica e na área de Ação Educativa, oficinas de artes plásticas e Biblioteca Especializada.

Sua equipe técnica empenha-se para preservar o acervo do museu e dar andamento às suas atividades internas de modo a oferecer e atender com mais qualidade seu público freqüentador.

 

Videoteca

Dispõe-se de uma série de vídeos relacionados a história e diversas linguagens artísticas e culturais. Esses vídeos podem ser vistos através de solicitação antecipada e com acompanhamento de técnico do serviço educativo.

 

Biblioteca

O MAG conta com uma Biblioteca setorial, voltada à pesquisa e documentação. Abrangendo as áreas de artes plásticas, patrimônio histórico, arquitetura e afins. Atendemos razoável número de pessoas, sendo elas com maior freqüência estudantes de 2º grau de escolas municipais, estaduais e particulares, professores da rede municipal de ensino e estudantes de cursos superiores vinculados á área.

Contamos com razoável número de material de pesquisa, entre livros, catálogos, periódicos, hemeroteca e multimeios. Além disso, todos os artistas que possuem obras no acervo do museu contam com pastas pessoais onde materiais de pesquisas, constantemente atualizado, podem ser pesquisados.

 

Bazar

Visando obter recursos para as obras, projetos e atividades internas do museu, a AAMAG criou um bazar onde são repassados produtos como o catálogo do MAG, Kit cultural voltado às artes plásticas contendo publicação sobre artistas goianos, cartazes, cartões postais, blocos de papéis para desenho, pranchetas, entre outros. Temos em mente expandir nossa linha de produtos, confeccionando camisetas com reproduções de obras do acervo, atraindo assim um público maior e divulgando o museu.

 

Oficinas

Oficina de desenho artístico através do método: Desenhando com o lado direito do cérebro

Professor: Raul Moreira

Horários: terça e quinta das 14h00 às 16h00 ou das 16h00 às 18h00 ou das 18h00 às 20h00

Oficina de pintura (exercícios de pintura – Acrílica e Guache)

Professora: Rosângela Imolesi Aguiar

Horários: terça e quinta das 08h00 às 12h00

Pintura Óleo sobre tela

Professor: César José Rodrigues

Horários: segunda e quarta-feira das 08h00 às 12h00 / 14h00 às 18h00 e 18h00 às 22h00

Oficina de Desenho

Professora: Ivone Lyra Chaves

Horários: quarta-feira das 08h30 às 11h30 (veteranos) e Sexta-feira das 08h30 às 11h30 (iniciantes)

Fotografia com Câmera Digital

Professor: Jean Carlos

Horários: Quarta-feira das 18 às 22h00 (noite) ou Sábados das 14h00 às 18h00

Artesanato: Oficinas com materiais recicláveis

Professora: Márcia Segatti

Horários: sábado das 9h00 às 11h00

Oficina de Artes para crianças – desenho e pintura

Professora: Vula Toubas

Horários: das 14h00 às 16h00 ou das 16h00 às 18h00

Inscrições na secretaria da AAMAG.

Endereço: Rua 1 nº 605, Bosque dos Buritis – Setor Oeste.

Fone: (62) 3524-1190

Site: www.goiania.go.gov.br/html/mag/

Mapa Alternativo: wikimapia.org/9115915/pt/Centro-Livre-de-Artes

Fonte: Museu de Arte de Goiânia

 

Planetário da Universidade Federal de Goiás

Planetário da Universidade Federal de Goiás

Planetário da Universidade Federal de Goiás

O Planetário da Universidade Federal de Goiás, construído ao lado do Parque Mutirama, encanta pessoas com seus programas informativos e didáticos, desde 1970.

Com o objetivo de atender estudantes e o público em geral, o Planetário da UFG promove atividades interessantes e educativas, com o auxílio de recursos técnicos – telescópios audiovisuais e arquitetônicos – com sua grandiosa cúpula – tendo a orientação de professores mestres e doutores do Instituto de Estudos Sócio-Ambientais da UFG.

Durante a semana, o Planetário da UFG realiza sessões para estudantes e nos fins de semana para o público em geral, sendo garantia de diversão e conhecimento para todas as idades. E agora, com a construção do nosso site, o acesso às informações sobre o Planetário e os acontecimentos astronômicos – mudanças de fase lunar, eclipses, ocultação de estrelas e outros mais – foi facilitado.

Através deste site você pode pesquisar qual programa pretende assistir, o dia e a hora da sua visita, além de poder entrar em contato com a equipe do planetário por e-mail. O site do Planetário é mais um serviço prestado a você pela UFG.

Atividades:

As principais atividades desenvolvidas no Planetário são:

  • Sessões na Cúpula
  • Observações ao Telescópio
  • Cursos de Graduação e Extensão – que visam atender alunos de 6o ao 9o anos, de Ensino médio e superior

O Planetário oferece vários cursos a cada semestre, ministrados em dois níveis.

Inscrições: março e agosto.

 

Horário e Programação:

Sessões destinadas ao público em geral: Aos domingos às 15h30 e 16h30.

Sessões destinadas a colégios ou outras instituições:

  • Grupos de no mínimo de 30 e no máximo 120 pessoas.
  • Valor subsidiado de meia entrada.
  • De Terça à Sexta-feira.
  • Horário: matutino: 8h30 e 10h00; Vespertino: 14h00 e 15h30.

A reserva deverá ser feita com antecedência, pessoalmente ou pelos Telefax: (62) 3225-8085 e 3225-8028, na secretaria. No caso de cancelamento da reserva deverá ser feito com antecedência.

Horários Administrativos: 08h00 às 12h00 e 14h00 às 17h00.

Preços: Estudantes e crianças até 10 anos = R$3,00, Adultos = R$6,00.

Site: www.planetario.ufg.br

Endereço: Av. Contorno nº 900 – Parque Mutirama, Setor Central.

Telefones: (62) 3225-8085 e 3225-8028

Mapa Alternativo: wikimapia.org/2291724/pt/Planet%C3%A1rio

Fonte: Planetário da Universidade Federal de Goiás

 

 

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2 Comentários para “Atrações turísticas de Goiânia”

  1. ELIARA disse:

    Ei, parabéns pelo resumão sobre a nossa capital, muito informativo!
    A sociedade goianiense agradece!

  2. Sara Mynai disse:

    Um dos poucos sites com conteúdo completo sobre locais culturais de uma cidade, parabéns!

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