em 13 abril 2011 11:11 am 4

Carta aberta aos empregados em edifícios de Goiânia

O Sindicato dos Empregados em Edifícios de Goiânia – SEEG, na pessoa de seu Presidente Paulo Roberto Alves da Silva, vem a público informar que os empregados em edifícios de Goiânia, não devem assinar qualquer documento que trate de renúncia de benefícios tais como: mudança de horário de 12×36 para 6 horas, retirada da cesta básica, redução ou exclusão das horas extras, exclusão do adicional noturno, retirada do abono de faltas, não fornecimento de refeição em caso de horas extras superior a duas horas, dentre outros que você tenha, que venha ser repassado pelo síndico ou administrador de seu condomínio, eis que desde o mês de Janeiro de 2011, apesar de não ter sido negociada a Convenção Coletiva de 2011, os condomínios continuam a pagar os benefícios da CCT de 2010, os quais estão desde então incorporados ao seu contrato de trabalho e em hipótese alguma podem ser retirados.

Pedimos a todos os empregados de forma categórica que não assinem quaisquer documentos, eis que trata-se de um mecanismo de pressão patronal, para que você empregado não tenha maiores benefícios pela via negocial, seja por meio de convenção ou acordo coletivo.

Vamos a luta pelos nossos interesses, e qualquer dúvida ligue no Sindicato (3202-3686), nos envie um e-mail (sindicato@seeg-go.com.br), ou faça-nos uma visita para saber da realidade das negociações coletivas de 2011, que tem sido barradas e impedidas pelo Sindicato Patronal denominado Secovi-Goiás.


PAULO ROBERTO ALVES DA SILVA.
PRESIDENTE DO SEEG.
“Trabalhando ao seu lado”

Arquivado em Notícias

4 Comentários para “Carta aberta aos empregados em edifícios de Goiânia”

  1. Robson disse:

    Bom dia.

    Gostaria de saber qual a real situação perante a essa “dificuldade”.. esse impasse entre o SEEG e o SECOVI…. no que se refere a CCT 2011.

    Desde já agradeço pela atenção.

    E os parabenizo pelo empenho e esforço para que seja valorizado a classe de empregados no ramo condominial.

    Abraços!

    Robson

  2. Paulo Roberto disse:

    Olá Robson,

    O impasse e as dificuldades até aquele momento é porque o SECOVI não tem interesse em valorizar a categoria. Mas foi resolvido quando foi para o Ministério do Trabalho.

    Att,
    Paulo Roberto
    Presidente do SEEG

  3. edno jose ferreira disse:

    estamos recebendo o salario minimo anossa convençao devia ser mais procimo do aumento do governo federal como nao foi ainda votado devia colocar mais esta em pauta desde ja agradeço se foce levado enconta esta ideia no dia da reuniao estava presente acredito que todos os funcionario dos cond concorda com esta ideia

  4. Paulo Roberto disse:

    Olá Edno,

    A nossa Convenção já é com a data base para o dia 1º de janeiro.
    Para que você entenda, houve uma certa incerteza no salário mínimo. Quando Lula deixou o governo era de R$ 540,00 para o início de 2011, deixando para Dilma confirmar esse salário mínimo para este ano. A Força Sindical queria que o salário mínimo fosse de R$ 580,00 e isto atrasou a decisão da Dilma, pois entrou em negociação. Em fevereiro a Dilma confirmou o salário em R$ 545,00, então, a nossa Convenção, tomando por base essa dúvida do governo, teve que aguardar essa confirmação. Encaminhamos o nosso percentual para o sindicato patronal para que pudéssemos ter um reajuste satisfatório, mas a proposta deles não foi aceita pelo SEEG, pois ofereceram somente R$ 3,00. Nós tivemos que brigar por um percentual melhor, para que possamos melhor mais a cada ano.

    Att,
    Paulo Roberto
    Presidente do SEEG

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